domingo, 27 de novembro de 2011

Reflexões sobre m-Learning

A UC Ambientes Virtuais de Aprendizem está nos preparando para trabalhar com diferentes ambientes de aprendizagem, ou melhor, ver a potencialidade das tecnologias disponíveis para o seu uso em situação de aprendizagem. Após um período intenso explorando o Twitter, sob o comando do Paulo Simões, agora estamos sendo desafiados a todo momento pela Mônica Velosa a realizar diferentes micro-atividades usando o nosso dispositivo móvel.

Na micro-atividade 4, a Prof. Monica, lançou as seguintes questões:

a) a imagem era suficiente para a compreensão das fases do m-learning? Respondendo objetivamente: em parte. A ilustração mostra visualmente as fases mas não explica.

 

 
b) os conteúdos áudio são de mais fácil leitura e compreensão do que os conteúdos em formato texto, nos dispositivos móveis? Permitem um maior sucesso na aprendizagem móvel? Neste ponto, vejo que o podcast pode ser uma alternativa ao texto, auxiliando na compreensão do conteúdo.
 
c) o que tem no separador AudioBook? A história do Leão e do Rato, muito "bonitinha"por sinal.
 
d) qual a sua opinião sobre cada uma das fases do m-learning? A fase 3 - foco na mobilidade do aprendente, é a mais interessante. Acredito que o grande desafio seja desenvolver informações com todos os dispositivos móveis. Algumas atividades propostas até aqui pela Prof. Monica só foi possível desenvolver utilizando o laptop, apesar de ser considerado um dispositivo móvel, acredito que os smartphones/tablets cumpram melhor o papel de mobilidade.

sábado, 19 de novembro de 2011

Personal Learning Environment: Mestrado Pedagogia e-Learning

Montei o meu Personal Learning Environment (PLE) para o MPEL com base no quadro proposto por Buchem, Attwell & Torres (2011) para examinar os PLEs que considera seus aspectos centrais do sistema de atividade:

Quadro alargado para examinar PLEs (Buchem, Attwell & Torres (2011)

1. Sujeito
2. Objetivo (Outcomes)
3. Ferramentas
4. Comunidade
5. Regras
6. Divisão de trabalho




Segundo os autores, a relação entre o sujeito e o objetivo é mediada por ferramentas, porém entendem que esta relação ocorre em um contexto que tem como base social: as regras, a comunidade e a divisão de trabalho.

Inicialmente, listei todos os recursos/ferramentas utilizadas durante o MPEL, sem nenhum tipo de julgamento. Depois tentei organizar conforme o que Saz et al (2011) entendem que os PLEs precisam oferecer aos alunos para realizarem os seguintes processos cognitivos básicos:

  1. Seleção, acesso e organização das informações;
  2. Criação, edição, apresentação e informações representativas;
  3. Interação e comunicação com os outros.
Antes de criar o diagrama do meu PLE MPEL, retornei a lista das ferramentas/recursos e, com a consulta aos contrato de aprendizagem de algumas Unidades Curriculares tentei responder a seguinte questão: Eu uso a ferramenta xxxx para selecionar/criar/interagir xxxxxxx.
Também indiquei que tipo de equipamento que uso para atingir os meus objetivos de aprendizagem antes de elaborar o diagrama do PLE.


PLE MPEL Rita



Fontes:
Saz, Alexandra and Coll, César and Bustos, Alfonso and Engel, Anna (2011) The construction of knowledge in personal learning environments. A constructivist perspective. pp. 1-11. In: Proceedings of the The PLE Conference 2011, 10th - 12th July 2011, Southampton, UK.
Buchem, Ilona and Attwell, Graham and Torres, Ricardo (2011) Understanding Personal Learning Environments: Literature review and synthesis through the Activity Theory lens. pp. 1-33. In: Proceedings of the The PLE Conference 2011, 10th - 12th July 2011, Southampton, UK.

Bibliografia anotada II

Saz, Alexandra and Coll, César and Bustos, Alfonso and Engel, Anna (2011). The construction of knowledge in personal learning environments. A constructivist perspective. pp. 1-11. In: Proceedings of the The PLE Conference 2011, 10th - 12th July 2011, Southampton, UK. Disponível em: http://journal.webscience.org/598/1/The_construction_of_knowledge_in_personal_learning_environments._A_constructionalist_perspective.pdf. Acessado em:19/11/2011.


Descrição: O artigo escolhido apresenta o resultado de um estudo de pesquisa piloto de como os alunos criam, personalizam e utilizam o seu “Personal Working and Learning Environment” (PWLE) na disciplina de Psicologia Educacional do curso de Licenciatura em Ciências da Educação na Universidade de Andorra e no módulo do mestrado em Psicologia Educacional coordenado pela Universidade de Barcelona. O foco desta pesquisa não é a questão tecnológica dos PWLEs e sim metodológica do seu uso em atividades específicas de aprendizagem. Foi utiizado como ambiente um Content Management System (CMS) de código aberto – Elgg, que permite ao aluno a criação e a personalização de seu próprio PWLE com acesso a 25 ferramentas ou serviços (áudio, vídeo, blog, agenda, chat, fórum, favoritos, arquivos, amigos, grupos, fotos, mensagens, tags, entre outros). O ambiente tecnológico selecionado estava de acordo com a definição do projeto pedagógico para da disciplina/módulo – aprendizagem baseada em problemas.


Avaliação: O artigo faz um introdução muito clara e objetiva sobre os PWLEs, apontando que são mais do que aplicações tecnológicas ao possibilitar uma forma diferente de aprendizagem utilizando a rede como uma plataforma de aprendizagem, permitindo, assim, ao aluno assumir a responsabiliade pelo sua própria aprendizagem. O estudo revela que as pesquisas sobre as questões metodológicas ainda são tímidas apontando uma certa dificuldade quando se procura aproximar da realidade empírica. Os resultados do estudo trazem informações interessantes sobre o uso das ferramentas/serviços, tipo de conteúdo produzido com maior frequência (texto, vídeo, imagem, áudio), nível de acesso normalmente selecionado e opinião dos alunos sobre aspectos metodológicos e tecnológicos. A discussão dos resultados apontam para conclusões sobre o uso dos PWLEs em atividades de aprendizagem e possíveis melhorias.


Reflexão: Trata-se de um artigo que apresenta resultados de pesquisa sobre o uso de PWLEs em atividades de aprendizagem. De certa forma, foi como ver representado em gráfico o que estamos vivenciando no mestrado da UAB. Não ficou muito claro que tipo de orientação os alunos receberam para o uso dos recursos/ferramentas disponíveis no PWLEs. De qualquer maneira, o material é muito interessante e traz apontamentos para alguns temas de pesquisas futuras.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Bibliografia anotada I

Attwell, Graham. (2007). Web 2.0, Personal Learning Environments and the future of schooling.  Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/24852117/Web-2-0-Personal-Learning-Environments-and-the-future-of-schooling-Graham-Attwell. Acessado em: 12/11/2011.

Descrição: No artigo Web 2.0, Personal Learning Environments and the future of schooling, Graham Attwell analisa o impacto social do Personal Learning Environments (PLE), entendido como um ambiente de aprendizagem centrado na pessoa que é composto por um ou mais serviços baseados na Web. Este impacto é discutido com base do seu uso na escola e no ambiente de trabalho e como o crescente interesse pelo assunto demostra uma reação ao modo de como as pessoas estão usando a tecnologia para o aprendizado – formal e informal,  às novas exigências da sociedade para a educação e para mudar a forma de utilização do conhecimento dentro da sociedade. O autor defende que o surgimento dos PLEs não é mais uma promessa para transformar a forma de ensinar, trata-se de um passo significativo para mudar a prática social da educação.

Avaliação: A contextulização de como o sistema educacional surgiu e evoluiu ao longo dos anos serve de pano de fundo para uma compreensão de como os PLEs podem ser usados para o desenvolvimento de novas formas de pedagogia e facilitar a introdução de formas sociais de aprendizado como, por exemplo, o uso de redes sociais e o reconhecimento do aprendizado informal, visto como a principal fonte de aprendizagem nos dias de hoje.

Reflexão: Trata-se de um artigo introdutório sobre o tema que nos leva a compreender porque os PLEs estão ganhando força ao criar a possibilidade das pessoas incluíem em seu processo de aprendizagem não só informação, mas também a criação e o compartilhamento do conhecimento gerado em situações formais ou informais de aprendizagem que ocorrem tanto no período escolar como na vida profissional.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O papel do professor em qualquer contexto de aprendizagem

Você conhece Rubem Alves? Abro aqui este post com um vídeo desse grande pensador/pedagogo/escritor brasileiro que fala que o papel do professor é provocar a curiosidade do aluno. Seu foco são as crianças e os adolescentes mas acredito que podemos adotar esta mesma linha de pensamento para a aprendizagem no contexto online, normalmente, voltada para o público jovem e adulto.





Achei muito curioso quando Rubens Alves fala que o professor não precisa dar respostas, pois estas estão nos livros e na internet. Lembrei de George Siemens que traz muito forte esta realidade das novas tecnologias na educação. Em seu post Teaching in Social and Technological Networks (16/10/2010), o autor já indica que o professor, e as instituições de ensino, estão perdendo o controle do que os alunos devem aprender. As novas tecnologias possibilitam que o aluno busque informações sobre os assuntos que lhe interessam. Ele pode procurar no YouTube, Facebook, Twitter, Artigos na Internet, Comunidades, sites de busca e tantos outros.


E o que isso significa? Significa que o professor não é mais o centro das informações, que ele deve assumir um outro papel. Mas essa nova postura não deve ser somente no ambiente online, aplica-se também em situações presenciais. A tendência é que não haja mais a separação entre educação presencial ou a distância.


Siemens (2010) fala sobre os novos papéis do professor em ambiente de aprendizagem em rede abaixo relacionados:
  • Amplifying – Siemens cita como exemplo os recursos de uma das mídias sociais mais populares no mundo, o Twitter, e como um professor pode amplificar a sua influência entre os alunos e seus seguidores à medida que se torna um nó importante na rede de relacinamentos desses alunos;
  • Curating – como em um museu que o curador escolhe as melhores obras, o professor, em um ambiente em rede, torna-se referência. De acordo com o autor, o curador, num contexto de aprendizagem, organiza elementos-chave de um assunto de tal maneira que os alunos vão "entrar de cabeça" no assunto sem precisar do curso, ou seja, o curador trabalha de uma outra maneira com os alunos a partir das suas relexões pessoais, comentários sobre post, como uma forma de provocar os alunos;
  • Wayfinding and socially-driven sensemaking – auxiliar o aluno a dar sentido as informações fragmentadas na rede e, ainda, a dar um sentido a tudo que está disponível, também fazem parte da responsabilidade do novo papel do professor. Segundo o autor, dar um sentido às informações fragmentadas é um processo social;
  • Aggregating – pelo o que entendi, ainda não existe uma solução tecnológica para o que o autor chama de “agregação”, que seria a aplicação de inteligência a partir do que acontece em um curso, ou seja, revelar a estrutura e conteúdo do curso a partir da conversa que se desenrola, ao invés de defini-la com antecedência;
  • Filtering – Siemens defende que a aprendizagem é um processo de eliminação e o professor assume um papel importante ao filtrar algumas informações e fornecer um fluxo ao aluno que lhe ajudará a se concentrar na compreensão de um tema;
  • Modelling – acho que não compreendi muito bem o conceito de modelagem...Siemens cita uma declaração de Stephen Downes durante um curso em 2007 sobre o que seria este processo: “to teach is to model and to demonstrate. To learn is to practice and to reflect”;
  • Persistent presence – o autor defende que o professor precisa ter uma identidade virtual para ser encontrado pelo seu aluno, pode ser um blog, Twitter, qualquer outra mídia que lhe ofereça “um ponto de existência on-line”. Não é possível falar em um novo papel do professor em um contexto de aprendizagem em rede quando este não faz parte dessa rede. Para Siemens, a presença persistente na rede faz-se necessária para o professor assumir os demais papéis de amplificador, curador, agregador, filtragem de conteúdo e reflexão sobre o modelo de pensamento crítico de uma disciplina.
Outros autores também tratam da necessidade dos professores assumirem um novo papel no aprendizado on-line, tais como Anderson, Couros, Rena Palloff & Keith Pratt e tantos outros.


Mas gostaria de finalizar este post com um vídeo do especialista em educação, criatividade, inovação e recursos humanos, Sir Ken Robinson, que defende uma mudança radical das escolas que adotam um modelo industrial e padronizado de ensino para um modelo agrícola e mais personalizado de aprendizagem. Neste vídeo, ele chama a atenção de como as novas tecnologias, associadas com os talentos extraórdinários dos professores, fornecem uma oportunidade para revolucionar a educação.




Acho que aí fica o recado de como o papel do professor é fundamental no uso das tecnologias no contexto de aprendizagem em rede.


Referências bibliográficas

Robinson, Sir Ken (2010). Bring on the learning revolution! [video]. TED 2010, Filmed Feb 2010, Posted May 2010. Acessado em: outubro/2011.

Anderson, Terry (2008). Teaching in an Online Learning Context. In Anderson, Terry (Ed), Theory and Practice of Online Learning. Athabasca University: Au Press (2ª Edição). Acesado em: outubro/2011.

Couros, Alec (2010). Teaching & Learning in a Networked World. Keynote na conferência Quest 2010 [Video e Slides]. Open Thinking. Acessado em: outubro/2011.

Paloff, Rena & Pratt, Keith (2010). The Excellent Online Instructor [Podcast]. Online Teaching and Learning. Acessado em: outubro/2011.

Siemens, George (16-02-2010). Teaching in Social and Technological Networks.Connectivism. Acessado em: outubro/2011.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Twitter e eu - reflexão final

20 dias depois....

Reflexão final sobre a utilização da ferramenta que, obrigatoriamente, deverá explicitar os seguintes pontos:

- Opinião pessoal sobre a ferramenta
Depois dessas três semanas intensas de interação, percebi o quanto o Twitter pode ser usado para aproximar as pessoas interessadas no mesmo assunto. Durante as últimas três semanas, trocamos informações sobre as funcionalidades da ferramenta e aprendemos os conceitos mais comuns, tais como, hashtags, tweets, retweets, timeline, mentions, lista, @, #, entre outros tantos. Fomos provocados a analisar diferentes perfis disponíveis no Twitter e indicar os que mais agradavam. Fomos apresentados a vários recursos que nos auxiliam no gerenciamento de tantas informações, HootSuite, integração com Diigo, Google Reader, Scoot.it e tantos outros recursos. Por fim, pudemos acompanhar o MyMpel sem precisar estar presente fisicamente ou virtualmente. Conclusão....Acho que me apaixonei pelo Twitter.


- Potencial da ferramenta no seu contexto profissional
Depois da experiência na UC AVA, existe uma Rita antes Paulo Simões e depois Paulo Simões. Agora percebo as potencialidades do Twitter no contexto profissional quando podemos utilizá-lo tanto para manter a equipe informada sobre um determinado assunto, compartilhar informações, links e outros ou explorá-lo como um "chat assíncrono", como sugerido pela nossa coleta @ceciliatomas no seu post sobre o uso do Twitter durante o MyMpel.

- Comparação com outras ferramentas similares
Quais ferramentas similares? Temos outras formas de intereção na rede, como o Facebook, Google+, Orkut, etc., porém não vejo nenhuma ferramenta que ofereça tanto dinamismo quanto o nosso querido Twitter ;)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Twitter e eu - parte III

Esta semana a proposta para usar o Twitter era analisar perfis na rede utilizando ferramentas próprias como, por exemplo, Klout. Além disso, integrar o Twitter com outras ferramentas web de produtividade profissional como, por exemplo, DIIGO, Google Reader e LinkedIn.

Antes de começar a falar da atividade gostaria de falar sobre o tempo que passamos diante do computador tentando entender tantas coisas...

Gastei algumas horas criando pastas, incluindo TAGs e HASHTAGs, fazendo login em diferentes sites e, claro, apagando a enxurrada de e-mails de confirmação de tudo isso. É isso mesmo? Precisamos ficar tanto tempo nos organizando para, em tese, conseguir gerenciar tudo isso para tentar ler alguma coisa em algum momento que tivermos mais tempo?

Agora gostaria de saber quem consegue chegar até este momento pois, até agora, só consegui cumprir as tarefas. Na realidade, cumpri parcialmente, não sei o que aconteceu que não consegui fazer a integração do Diigo e Twitter. Tenho certeza que o grande oráculo de todos os tempos, o senhor Google, tem a resposta mas, sinceramente, não tenho tempo agora para buscar as respostas nas redes. Que frustação...

As trocas pelo Twitter são bem dinâmicas, o que acaba comigo são os links que nunca consigo ler. Fiquei super frustada de não conseguir integrá-lo ao Diigo para depois, com tempo, conseguir ler alguma coisa.

A proposta de integração do Twitter com outras ferramentas ajuda a ter acesso mais rápido às informações de uma maneira mais organizadas. Gostei do HootSuite para organizar os tweets e o Google Reader para organizar os blogs (peço desculpa ao leitor mas acabei de lembrar de uma coisinha e preciso anotar em alguma coisa e não aguento mais mandar e-mail para mim mesmo - lembrete pessoal: preciso arrumar tempo para confirmar se estou seguindo todos os blogs dos colegas do MPEL). Continuando o post....

Por fim, preciso falar do Klout. Que interessante, né? Saber qual a sua "influência" na rede. Triste é descobrir que você é quase insignificante, apesar da manifestação de carinho de alguns colegas que leram o meu post. Desculpas, post não, tweet (ainda temos que lembrar o nome de cada coisa e usar vírgula ao invés de ponto e vírgula para separar tags. Peço desculpa novamente...mas estou usando o princípio do conectivismo, ou seja, prefiro deixar anotado tudo na rede, assim não sobrecarrego a minha memória, o duro é lembrar onde anotei, mas isso eu vejo depois, quando tiver tempo).

Por favor, se alguém tiver alguma ferramenta que crie mais tempo, ou então, que nos faça dormir menos horas por dia (informação útil: não perco sono tomando café depois das seis da tarde e nem uma boa taça de vinho), peço que me envie. Por qual meio? Acho que a telepatia é o canal menos congestionado, todos os outros estão lotados (e-mail, twitter, facebook, linked-in, SMS, correio de voz do celular, telefone, etc.).

Lembrei-me do Pierre Levy e a história da Arca de Noé. Em tempos de abundância de informações temos que saber escolher, como Noé fez ao construir sua arca.

Fora tudo que relatei neste post (será que este é o nome certo?), estou adorando a experiência de usuário de Twitter e optei por tratá-la de uma maneira mais bem humorada.